Com prémios muito valiosos e em ambiente festivo, as ROYAL SCHOOL OF LANGUAGES assinalaram, a 29 junho, no Minigiolfe da Costa Nova, o encerramento do ano letivo.
Os sucessos linguísticos e a evolução das competências em línguas estrangeiras foram o motivo da celebração, que juntou 400 pessoas!
Uma celebração sempre única, num ambiente informal e de boa disposição, com excecional música ao vivo e com um delicioso porco no espeto!
E, mais! Houve lugar ao sorteio de prémios fantásticos, nomeadamente:
Rui Daniel Amorim, Membro da Direção Nacional, salienta que a ROYAL SCHOOL OF LANGUAGES é a única instituição a sortear prémios tão fantásticos e valiosos (ora pelo valor pecuniário, ora pelo que representam). “Trata-se de mais um investimento nos melhores Alunos do Mundo!”, remata.

As ROYAL SCHOOL OF LANGUAGES da Guarda e Pinhel celebraram, a 27 junho, na Quinta de Santo António, o encerramento do ano letivo.
Os sucessos linguísticos e a evolução das competências em línguas estrangeiras foram o motivo da festa!
Festa que contou ainda com toda a boa disposição e com o sorteio de prémios fantásticos:
Rui Daniel Amorim, Membro da Direção Nacional da ROYAL SCHOOL OF LANGUAGES sublinhou que “os prémios sorteados são um investimento nos melhores Alunos do Mundo”!


No princípio era a fome.
E a fome foi inventora de mil e umas histórias de criatividade, de subsistência, de arrepio, de alegria, de esforço. De agradecimento pela dádiva do alimento. Das simples bagas recolhidas nos arbustos, no longínquo outrora, às refeições de fine dinning servidas num qualquer restaurante da moda de hoje vai um passo grande no tempo. É nesse prolongado momento de evolução que nasce a gastronomia e essa é uma história que se faz de pequenas histórias onde cabem a invenção, a descoberta, o aproveitamento, a conservação, o acrescento, a redução, sempre numa tentativa de fuga à fome. Descobrir tudo isso é quase tão saboroso como saborear as próprias receitas.
Por isso, quando falamos de gastronomia nunca falamos a preto e branco e sem emoção. Realçamos a cor, o aroma, a textura, o sabor. Falamos de como nos encheu o estômago a e alma, de como rimos com a conversa ou como chorámos com a confissão. A mesa é rica de sabor e de sentimento. Falar de gastronomia é muito mais do que dizer “é bom”, “é típico”, “é regional”. Há que comunicar as suas caraterísticas e singularidades, todos os pontos que se acrescentam ao conto da narrativa alimentar.
Comunicar a nossa gastronomia é muito importante.
Mais, saber comunicar a nossa gastronomia é fundamental, sobretudo, neste momento em que, nos principais centros urbanos, se sente por parte dos turistas uma busca pelas tradições alimentares como espelho de identidades maiores. E é bom perceber que muito do fluxo turístico que visita Portugal não pretende uma oferta massificada onde cada visitante se sinta mais um entre tantos, mas quer descobrir o âmago da nossa identidade transformada em exotismo. E, se é certo que numa primeira abordagem os turistas ficarão convencidos pelo sabor e pela apresentação para além da comunicação, se queremos fidelizar e aguçar o apetite de modo a deslocar o movimento turístico para o interior temos de ser inventivos, criativos e, sobretudo, usar os recursos corretos. Neste contexto, há que incentivar os ativos que diretamente desempenham funções na ampla e vasta área do turismo a adquirirem ferramentas no âmbito das línguas. Portugal irá beneficiar se o investimento pessoal conduzir a um aperfeiçoamento na destreza nas principais línguas estrangeiras.
Tal não deverá ser um propósito apenas do público mais jovem, mas deve ser alargado a todos que lidam com turistas. Há que aprender as bases, aperfeiçoar a conversação, adquirir vocabulário especializado. Se não capacitarmos os recursos humanos no domínio das línguas estrangeiras sabemos que a mensagem ficará pela metade. O estômago ficará preenchido, mas não o conhecimento acerca da geografia gastronómica nem do património imaterial. E é aí que vamos fidelizar. Ir ao território é conhecer o sabor em pleno numa palavra, num sorriso, num gesto de quem nos recebe.
O público informado e cosmopolita que nos visita não quer ser tratado como os turistas que nos visitavam nos anos 90.
Querem profissionalismo, pois o paternalismo que os caraterizava do Portugal “pobre, mas esforçado” já não lhes diz nada. E nós se queremos fugir ao epíteto de “destino de passagem” temos de saber cativar, falar-lhes ao coração. E é certo que a nossa gastronomia é convincente, mas temos de ser capazes de lhes transmitir a relação dos nossos produtos e receituário locais com o território, com as tradições, com as práticas agrícolas, com as artes culinárias, com as histórias dos protagonistas, com o património. Para isso, temos os fazer sentir em casa, dar-lhes conforto.
E, por experiência própria, sabemos que a língua é a nossa pátria. Por isso, que tal dar aos nossos visitantes um pouco do conforto da língua mãe? Mátria despida de distância que aconchega a saudade, a língua irá permitir a linguagem do coração, pois que a história entre as comunidades e a gastronomia portuguesa é feita de paixões que seduzem quem as conhece.
Vamos falar ao coração de quem nos visita?
Drª. Olga Cavaleiro
Presidente da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas
Presidente da Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal
Sócia Gerente das Pastelarias Afonso – Tentúgal e Coimbra
A ROYAL SCHOOL OF LANGUAGES OVAR está a organizar um concurso de máscaras de Carnaval!
Deve ser escolhido um tema, criar a máscara e escrever um pequeno texto com a tua história em Inglês, Francês, Alemão, Espanhol ou Italiano.
A máscara e texto devem ser entregues na ROYAL SCHOOL OF LANGUAGES de Ovar até às 19 horas do dia 14 de março!
Sabe mais sobre os prémios e regulamento através deste link

Aprender uma nova língua pode literalmente mudar a tua vida.
Os benefícios são muitos: estudar uma língua estrangeira aumenta a tua auto-estima, pode ser uma excelente alavanca para a tua vida profissional, permite-te conhecer melhor novas culturas, entre outros. Apesar disto, a maioria das pessoas só pensa em estudar uma língua estrangeira porque as circunstâncias a isso obrigam – se, por exemplo, precisar de se mudar para outro país.
Estudar uma nova língua, seja qual ela for, pode trazer-te benefícios que nem sequer imaginas. Pronto/a para os conhecer?
Saber falar outras línguas pode diferenciar-te a nível profissional pela positiva. O mundo está a mudar rapidamente, e são cada vez mais as empresas que fazem negócios em todo o mundo. É por isso essencial que os recursos humanos estejam cada vez mais preparados e que saibam falar pelo menos uma língua estrangeira. Mesmo em empresas mais pequenas, o facto de falares mais que uma língua pode ser o factor decisivo para seres contratado.
Sim, é mesmo verdade. Há estudos que têm confirmado que há vários benefícios cognitivos quando se aprendem novas línguas, independentemente da idade. Alguns dos efeitos positivos são as melhorias ao nível da memória, capacidade de concentração durante mais tempo e a redução do risco de declínio cognitivo associado à idade.
Aprender coisas novas ajuda a que o cérebro se mantenha jovem à medida que envelhecemos. É verdade que as crianças aprendem línguas com maior facilidade, mas nunca é tarde para aprendermos algo novo e expandir as nossas capacidades mentais.
É do conhecimento geral que o Inglês é uma das línguas mais faladas no mundo (logo a seguir ao Mandarim e Espanhol), seja num âmbito de negócios, lazer ou outros. Falar inglês fluente já se tornou mais que um requisito habitual para chegar a pessoas de todas as nacionalidades. Mas há mais línguas que podes e deves explorar. Para além do já mencionado Mandarim, o Espanhol é a terceira língua mais falada no mundo, com 332 milhões de falantes no mundo inteiro, e o Francês continua também a ser relevante. Aprender estas e outras línguas vai ajudar-te a travar conhecimentos e a comunicar com pessoas de todo o mundo.
Quando desafias a mente com novas aprendizagens a criatividade é também estimulada. Quer sejas mais ou menos criativo, todos beneficiamos da mesma forma em “ensinar” o cérebro a explorar novos caminhos, e aprender uma nova língua pode ser o desafio ideal para ti.
Viajar para outro país sabendo falar a sua língua nativa – ou, pelo menos, Inglês – pode influenciar grandemente a forma como viajas. Uma pessoa que não saiba falar a língua pode visitar os mesmos pontos de interesse que outra que saiba, e as duas vão ter experiências totalmente diferentes. Sabendo falar a língua do local vais interagir com as pessoas e situações de forma muito mais rica e satisfatória. Isto também se aplica se fores estudar para outro país.
Filmes, livros..Não gostavas, por vezes, de ter a oportunidade de apreciar estas formas de arte na sua língua original? Sim, existem legendas e traduções, mas há sempre algo que se perde nesse processo. Usufruir, por exemplo, de um livro na sua língua original é uma experiência totalmente diferente do que ler uma tradução. E como já tens um objetivo em mente, sabes qual o tipo de vocabulário que deves aprender, e podes adotar métodos mais apropriados à medida que vais evoluindo na tua aprendizagem.
As pessoas multilingues têm a capacidade de alternar entre dois tipos de discurso, escrita e estrutura. De acordo com um estudo da Universidade da Pennsylvania, esta capacidade de “fazer malabarismo”entre línguas faz dessas pessoas bons multitaskers, uma vez que estão habituados a alternar entre sistemas. Foi também feito um estudo em que os participantes simulavam conduzir enquanto faziam tarefas distintas. As conclusões do estudo referiam que as pessoas que falavam mais do que uma língua cometiam menos erros durante a condução.
Toda a gente tem razões distintas para querer aprender uma nova língua. Mas só há uma forma de as colocares em ação: parar de inventar desculpas e começar a aprender aquela língua que sempre quiseste saber falar. A boa notícia? Na ROYAL SCHOOL OF LANGUAGES temos vários cursos para ti!
Agora, voltámos a inovar e colocámos mais uma ferramenta à disposição, de todos. Ali, bem na ponta dos dedos. Onde o Mundo também continua e acontece!

Na ESCOLA PROFISSIONAL DE AVEIRO, na implementação do Projeto Strategies 21, Rui Amorim, Membro da Direção Nacional da ROYAL SCHOOL OF LANGUAGES, na qualidade de jurado, a contribuir para um maior envolvimento dos jovens na construção do amanhã.
“Sou a mãe do aluno NUNO MIGUEL CALVO MATOS estudante no Colégio Nossa Senhora da Assunção de Famalicão – Anadia – no 11º Ano e a frequentar as aulas do Curso de Inglês da Royal School, nesse Colégio.
O Nuno está na turma de PREPARAÇÃO PARA O FCE. Exame que vai fazer em Março.
Pretendo referir que este ano está a gostar muito do tipo das aulas e da preparação para o FCE. Parabéns para a Royal School.
Devido ao curso superior que pretende é extremamente necessária tal certificação.”

O Município de Pinhel e a ROYAL SCHOOL OF LANGUAGES celebraram protocolo de colaboração visando prestação de serviços de línguas (ensino, formação e tradução), na cidade de Pinhel.
Para o Presidente da Câmara Municipal, Rui Ventura, esta é mais uma forma de ajudar as famílias que, deste modo, não terão de se deslocar para fora do concelho para ter acesso a esta oferta formativa.

Para a ROYAL SCHOOL OF LANGUAGES, o interesse manifestado pelo Município foi sem dúvida muito importante, sendo que fruto desta parceria, mais pessoas poderão aprender ou consolidar os seus conhecimentos de línguas (e, inclusive, obter a certificação internacional desses conhecimentos). Simultaneamente, para as empresas da região, o investimento na formação linguística dos seus colaboradores e a tradução dos seus suportes de comunicação são dois fatores ficam facilitados, o que potencia a sua competitividade e a criação de adicionais oportunidades de negócios em mercados internacionais.
http://magazineserrano.pt/?p=30509&fbclid=IwAR1XFISwUWdYnX8ro4Nqxf5e78abh–ddJ42nEdHxNUAvKlB5xiGVCJMUyU