“Olá a todos, 🙂
Este ano, de forma um pouco repentina e inesperada, resolvi aproveitar uma parte das minhas férias para estudar e melhorar o meu nível de inglês…em Inglaterra! Sou uma adepta de viagens, e adoro conhecer diferentes países e culturas, no entanto, foi a primeira vez que o fiz sozinha, e não tendo como único propósito o lazer.
Em uma semana, e com a imprescindível ajuda da Royal School of Languages – Aveiro, tomei a decisão, e fui para Bath. Confesso que me deparei com dois receios em particular na hora de decidir, por um lado, o facto de ter 45 anos e acreditar que este tipo de cursos estavam maioritariamente direccionados para adolescentes ou jovens adultos, por outro lado, o facto de me ter sido fortemente aconselhado que ficasse alojada numa host family, como forma de ter um contacto mais profundo e constante com a língua.
A experiência não poderia ter sido melhor e mais proveitosa!
Esta enriquecedora aventura apenas foi possível devido ao profissionalismo, excelente capacidade de trabalho, e carinho do Dr. Rui Daniel Amorim – administrador da Royal School of Languages – Aveiro – e da sua excelente equipa. Imediatamente após o primeiro contacto, o apoio e orientação foram incondicionais! Desde a reserva da viagem, à inscrição na Languages United, passando pela valiosa sugestão da estadia na host family… Já em Bath, apesar da distância que nos separava, e do período de férias que se vivia, o interesse e dedicação continuaram uma constante, quer através da articulação com a escola local, quer pessoalmente.
A organização foi perfeita, as sugestões preciosas, e o acolhimento não poderia ter sido melhor! Desde o Stweart, o taxista que fez os meus transferes, à Jill Trelease, a minha adorável hostess, passando pela Languages United, por toda a sua equipa de profissionais, e pelos meus colegas de curso, senti-me sempre em casa, acarinhada e … a desenvolver o meu Inglês!
Para abrilhantar a semana, Bath – Património Mundial da Unesco – é uma cidade linda, com um misto de arquitectura e paisagem únicos, que adorei conhecer nos meus momentos de lazer.
O meu agradecimento a todos pela dedicação, profissionalismo, e muito carinho com que organizaram e acompanharam a minha mais recente aventura. O vosso empenho foi determinante!
Ah…aproveito para partilhar algumas fotos, que ajudarão a preservar na minha memória os fantásticos momentos que experienciei!
Um forte abraço a todos e até breve!”
Paula Cristina Simões

Aproximar Mogofores do Mundo, em parceria com o Clube VI , é a mais recente aposta da ROYAL SCHOOL OF LANGUAGES. E, haverá melhor forma de começar do que receber, via facebook, a mensagem do nosso Aluno John Simões Soares.
“Tendo sido vosso aluno, de Alemão, nos anos 90, em Aveiro, foi com muito orgulho e alegria ver que escolheram a terra da minha família, para espalhar o vosso projeto e a vossa metodologia! Muito obrigado!”, John Simões Soares

Testemunhos recentes de alguns clientes de tradução de documentos e de interpretação simultânea:
“No rescaldo do nosso evento (Aeneria Summit’2018), não podia deixar de agradecer à ST – ROYAL SCHOOL OF LANGUAGES, pelo vosso profissionalismo https://billigastemobilabonnemang.nu/kontantkort/. O feedback que recebi foi dos participantes foi muito positivo.” – Sara Almeida, aenergy.com
“Para o ST – ROYAL SCHOOL OF LANGUAGES, um grande abraço. O nosso sucesso também é vosso. O nosso clube está-vos muito grato.” – João Oliveira, ROTARY Club de Sever do Vouga
“O trabalho está ótimo, como aliás é vosso hábito. Muito obrigado.” – Jorge Manuel Gomes Aparício, Chefe Divisão Policial de Aveiro, Esquadra Policial/MIPP, Polícia de Segurança Pública
“Obrigado pela diligência com que trataram desta tradução, aliás apanágio vosso, diga-se.” – Nuno Lameiro Ferreira – Advogado
“Obrigado pelo excelente serviço prestado.” – Miguel Pinho, TecLife
AMA Empresarial entrevista Rui Amorim, Membro da Direção Nacional da ROYAL SCHOOL OF LANGUAGES e Overseas Director da Escola de Bath (Inglaterra).
Um pouco da história da ROYAL SCHOOL OF LANGUAGES e a importância da comunicação na procura da confiança, do sucesso e da felicidade!
Eis alguns testemunhos de Gestores, Decisores de Compra e Formandos.
A globalização e o fluxo crescente de pessoas que circulam pelo mundo inteiro, teve como uma de muitas consequências, o facto de o domínio de outros idiomas deixar de ser um fator diferenciador, para se tornar numa capacidade/habilidade indispensável a qualquer indivíduo, quer seja na sua vida pessoal, quer na sua vida profissional.
Nesse sentido, a Royal School of Languages tem orgulhosamente contribuído para uma cada vez maior percentagem de jovens e adultos (não só em Portugal, mas também em Inglaterra e no mundo através da Languages United) que têm essa capacidade como adquirida (e digamos-sem sermos presunçosos-bem adquirida), não só no inglês, mas também em muitos outros idiomas como são os casos do alemão, francês, espanhol, italiano etc.
A aquisição e aprendizagem de uma língua (quando não é aprendida de forma natural como é o caso de uma língua materna) pode passar por um conjunto de processos e métodos que seria fastidioso enumerar neste texto. Contudo, para muitos aprendentes de uma língua estrangeira, muito do apoio que têm, ou melhor de que se servem, é precisamente a sua língua materna. Apesar de compreensível, este apoio encerra em si um conjunto de situações que se podem revelar problemáticas, e portanto contrárias à intenção inicial do aprendente.
É aqui que entra a situação que levou à gaffe de Emmanuel Macron, ou seja, os chamados “false friends”, ou em português os falsos cognatos (ou falsos amigos) – palavras que possuem ortografia (e às vezes até mesmo a sonoridade) semelhante em dois idiomas, mas cujo significado é totalmente diferente do que nos induz a pensar. Se por vezes as semelhanças linguísticas/fonéticas de certos vocábulos presentes em duas línguas distintas podem eventualmente satisfazer as necessidades comunicativas mais básicas do aprendente, os mesmos vocábulos podem levar a interpretar como uma similaridade aquilo que de facto não o é, e assim originar um conjunto de interferências de comunicação e até erros de tradução, para além de uma crença falsa e errada de domínio linguístico de um idioma, que em casos mais extremos poderá inclusive resultar na fossilização de uma interlíngua.
Esta, por vezes semelhança entre as línguas, não se limita unicamente ao âmbito semântico; como tal, os falsos amigos não interferem apenas no significado, mas em todos os aspetos da língua. São vários os exemplos deste tipo de vocábulos que resultam em “não comunicação” e falando apenas entre a língua portuguesa e inglesa, enumero aqui só alguns exemplos mais comuns: Actually- significa na verdade, mas que muitos aprendentes acham ser atualmente; Assist – significa ajudar ou dar apoio, mas que muitos aprendentes acham ser assistir ou ver; Library – significa biblioteca, mas que muitos aprendentes acham ser livraria; Lunch – significa almoço, mas que muitos aprendentes acham ser lanche; Push – significa empurrar, mas que muitos aprendentes acham ser puxar; e muitos mais…
Aliás este efeito de “contaminação” não se limita aos vocábulos, e é muito fácil encontrar, principalmente na tradução, interferências na comunicação que resultam de contextos culturais, sociais e antropológicos diferentes que acompanham e estão na génese de qualquer língua. Se numa primeira, empírica, mais comum e muito superficial abordagem a um texto que necessite de tradução tudo pareça ser um processo simples de tradução de um conjunto de palavras/vocábulos de um língua para outra, tal não é verdade, uma vez que por mais simples, específico e fixo que um texto possa ser, todo ele tem as suas marcas e identificações culturais que têm de ser tidas e levadas em conta. Estas marcas culturais são elementos que distinguem uma língua fonte de uma língua alvo. Tais elementos são: expressões idiomáticas, metáforas, jogos de palavras, referências de humor, sistemas de medição, códigos e regimentos, que são pertença de uma determinada cultura e não de outra. Estes elementos influenciam a produção de um texto, e revelam-se como momentos importantes em que o tradutor precisa de fazer escolhas que são muito complicadas e difíceis de fazer.
A tradução é um espaço privilegiado de contacto entre culturas, e sempre que acontece esse processo, pelo menos dois sistemas linguísticos estão claramente em contacto, bem como todas as potenciais convenções e questões extratextuais envolvidas na produção e receção de textos fonte e textos alvo. Assim, é de extrema importância que ao fazer o seu trabalho, o tradutor tenha em consideração as interferências e os desafios que podem ocorrer devido a essa relação ténue entre códigos sociais e as línguas.
Nós, na Royal School of Languages sabemos da importância que é comunicar, mas comunicar bem e corretamente. A globalização e a liberdade de movimentos de pessoas e bens, a que hoje assistimos, precisa e tem como base uma comunicação correta e eficaz, seja ela a nível oral e individual, seja ela a nível escrito e profissional. Para nós a questão problemática dos falsos cognatos é vista como mais uma oportunidade que os nossos alunos têm de aprender, evoluir e de facto dominar um idioma, e as nossas traduções são feitas tendo por base todas as questões extratextuais que podem influir na tradução, pois os nossos profissionais nessa área são sempre nativos da língua para a qual traduzem.
Assim, se para muitos outros os falsos cognatos são um problema e podem dar uma grande dor de cabeça, para nós os “false friends are delicious”!
Na atualidade, para a procura de confiança, sucesso e felicidade, o domínio de línguas estrangeiras é essencial.
Eis alguns testemunhos de Alunos e Formandos Adultos.
Alunos partilham a sua opinião sobre os Cursos de verão em Inglaterra -15 dias fantásticos! (Summer School).
“Uma experiência maravilhosa!”, “Saudades” e “Alegria por ter lá estado” são algumas das formas como descrevem esta experiência, este investimento que os Pais fizeram neles.
As crianças são o futuro!
Na ROYAL SCHOOL OF LANGUAGES brincam e preparam-se para o Mundo multicultural e global, que um dia será orientado por elas!
O nosso corpo comunica, a toda a hora!
Eis 7 exemplos de como falar Italiano com as mãos.